21 janeiro 2017 - Por Carol Andreo
Categoria: Sem categoria

Oi gente!

Um novo ano já chegou e eu gostaria muito de tomar novos rumos aqui com o blog. Ando sem inspiração para escrever, enjoada do layout, do nome, de tudo. Por isso não estou publicando com muita frequência por aqui e estou mais me dedicando ao Canal no Youtube.

Mas eu sinto muita falta de escrever, vocês sabem que é minha terapia né?

Então vem me ajudar a fazer desse cantinho um espaço mais aconchegante pra todo mundo…

Ficarei muito agradecida se vocês dedicassem alguns minutos para responder essa pesquisa. É super rápida, eu prometo! ;)

Ah! A pesquisa é totalmente sigilosa, ok? Não recebo nenhum dado pessoal de vocês.



25 novembro 2016 - Por Carol Andreo
Categoria: beleza

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Bora sacudir a poeira dessa blog e deixar a tristeza de lado?

Então nada melhor do que trazer a resenha de um produto pra deixar a gente maravilhosa! Hoje vou resenhar o batom da Dita Von Teese para MAC.

Antes de mais nada, para quem não conhece a Dita Von Teese ou só ouviu falar, vou dar uma pincelada no assunto:

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Prazer, Dita.

Como nosso assunto aqui é o batom e não a pessoa, vamos focar na outra belezura.

A assinatura da Dita é seu clássico batom vermelho. Claro que para sua primeira coleção com a MAC a cor escolhida não poderia ser outra. O batom Dita Von Teese é um tom de vermelho vivo, mas ao mesmo tempo clássico. Como costumo descrever de “cor de pimenta malagueta”.

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A embalagem é um preto envernizado ao invés do pretinho fosco da linha regular da MAC, pois como boa fetichista a ideia era brincar com o acabamento de vinil. Achei linda, elegante e sexy.

O acabamento descrito na bala do batom é matte. Será?

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Eu testei o batom diversas vezes e contei tudo pra vocês em vídeo. Achei que dessa forma eu poderia falar mais detalhes sem ficar cansativo e deixar apenas as fotos bonitonas aqui no blog. O que vocês acham?

Falando nisso, olha só como ele fica nos lábios:

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Acompanhem abaixo o vídeo da resenha completa do batom e todas as notas que eu dei pra ele:



14 setembro 2016 - Por Carol Andreo
Categoria: diário, entre aspas, pets

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Depois de 16 anos, você não veio me dizer bom dia.

A casa estava diferente, silenciosa. Não ouvi o barulhinho das suas patinhas andando pela casa, nem o seu típico espirro antes de latir quando queria alguma coisa.

Lembro como se fosse ontem o dia que você chegou em casa. Era um bebê marrom, peludinho e encaracolado. Tão fofa que parecia de pelúcia. Foi naquele final de 2000 que finalmente consegui realizar o meu maior sonho: ter você.

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Meus pais sempre foram contra. Daqueles que acham que bicho não é pra criança, pois no fim das contas quem vai ter que cuidar são eles. Mesmo eu sendo uma criança responsável, não teve argumento que fizesse eles mudarem de ideia. Por anos eu tentei e nada.

Então pra não dizer que eu não tive bicho, eles me compravam passarinhos – é mais fácil de cuidar, né? E eu cuidava todos os dias. Amava os passarinhos, mas me dava uma tristeza de ver os bichinhos presos… Fora que eu queria um bicho pra segurar no colo e apertar. Passarinho não aguenta todo esse amor não.

Depois de muitos anos, em um belo dia, nossa vizinha ligou dizendo que a cachorrinha Poodle dela havia dado cria e ela não iria ficar com os filhotes. Implorei e insisti muito e finalmente meus pais cederam. Fomos olhar os filhotes e escolhemos a fêmea.

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Quem aguenta?

Você chegou em casa toda feliz, fazendo as artes que todo filhote faz. Xixi no chão, mastigando o chinelo e latindo feliz por qualquer coisa. Mas quem estava feliz mesmo era eu, não conseguia me conter. Queria esquecer a escola e as tarefas e simplesmente ficar brincando com você o dia inteiro.

Fiquei pensando algum tempo em qual nome te dar. Minha melhor amiga na época (e até hoje) também tinha um Poodle e seu nome era Zequinha. Nós éramos super fãs de Castelo Rá-Tim-Bum. Até os livros eu tinha! Bom, claro que tínhamos que continuar a homenagem e batizar minha cachorrinha com o nome de algum personagem da série. E qual era o nome mais legal? Biba. E assim ficou. Era o Zequinha e a Biba, a dupla dinâmica.

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Atividade preferida: roubar chinelos

Você foi crescendo e eu fui te conhecendo melhor. Te ensinei uns truques, percebi suas manias e sua personalidade. Que orgulho de fazer parte da sua evolução. Ver você fazendo xixi apenas no quintal, dar a patinha, buscar o brinquedo, dentre tantas outras coisas.

Sempre tive orgulho por você ser tão amorosa. Nunca mordeu ninguém, nem mesmo uma mosca, não importava o que fizessem com você (os veterinários que o digam) você ficava sempre quietinha. O que você mais amava no mundo – depois de comida – era colo. Se pudesse ficaria deitada o dia inteiro, né? Como amava dormir comigo entre minhas pernas…

Não tinha uma pessoa que não gostasse de você. Como você era apaixonante!

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Na posição preferida: sono no colinho (e a amiguinha Meg)

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Versão peladinha para o verão

Lembro com carinho no dia que você ficou grávida. Foi só alegria. Fizemos o ultrassom e você tinha dois bebês na barriguinha. Era muito legal observar sua barriguinha rosa e ver duas bolotas se movendo. Ficava imaginando como que cabiam dois cachorrinhos num espaço tão pequeno…

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O dia chegou e eles nasceram. Eram duas menininhas. Uma era gorduchinha e grande, era a Mel. A outra era mirradinha, a Chérie. Essa deu um baita susto pra gente. Ela nasceu com problemas de formação, era muito fraquinha e não conseguia se alimentar como a irmã. Por dias e madrugadas a fio fiquei acordada alimentando e limpando sua filhinha, pois sei que você estava exausta e tinha que dividir a atenção com sua outra cria.

Por fim, depois de muito cuidado e amor, ela sobreviveu. Ambas já estavam crescidas o suficiente para ter um lar. A Mel, a maior e mais esperta, foi adotada pela minha tia. A Chérie ainda precisava de cuidados, então decidimos ficar com ela.

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E assim a família aumentou. Imagine se não fiquei ainda mais feliz?

O tempo foi passando, implacável. Cresci, me formei no ensino fundamental, depois no ensino médio, prestei vestibular, entrei na faculdade, me formei na faculdade, mudei de cidade, fiz outra faculdade, voltei pro interior, mudei de país… É, muita coisa aconteceu.

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Eu e você em 2001 :)

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Você começou a ficar meio velhinha. Seus pelinhos marrons já estavam ficando brancos, você já não corria como antes, não tinha mais interesse naqueles brinquedos barulhentos que você amava (e pedia o tempo todo pra gente jogar). Fui percebendo que você ficou mais calma e menos ativa. Mesmo assim, continuou sendo a mesma cachorrinha amorosa e apaixonante de sempre. A mesma Biba, minha Bibola, minha Bolota.

Mesmo passando dos 10 anos, posso contar nos dedos quantas vezes você ficou doente e foi parar no veterinário. ZERO! Isso mesmo, nenhuma vez. Você sempre foi muito ativa, saudável e extremamente bem cuidada. Sempre teve tudo do bom e do melhor, além de muito muito amor.

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Esses olhinhos doces e esses cílios ruivos <3

Bom, pra não dizer que nunca foi parar no veterinário, teve aquela vez que você pegou a doença do carrapato (em alguma das nossas caminhadas diárias) pela vizinhança. Foi terrível, mas descobri a tempo e você ficou boa bem rápido.

Também posso dar o exemplo de quando minha mãe decidiu te dar um pedaço de abacate (pois você pediu muito e ela ficou com dó). Naquele dia deu ruim e você teve que fazer uma lavagem estomacal. Felizmente tudo ficou bem e aí aprendemos a lição da pior maneira possível: abacate é tóxico para cães.

Eita, agora me lembrei de mais um episódio cômico (que foi desesperador no dia): quando você era filhote você teve a brilhante ideia de brincar com uma abelha. Resultado? Você deu uma patada nela e ela te deu uma ferroada de presente. Nesse dia eu estava sozinha em casa e liguei desesperada para o Theodoro, meu vizinho, pedindo ajuda. Ainda bem que ele levou a gente de carro até lá e logo depois você voltou pra casa. Infelizmente o Theodoro não está mais entre nós pra poder confirmar essa história, mas é verdade viu? Você ainda era muito bebê para se lembrar.

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Quando éramos jovens. Qual juba é maior?

Mesmo tendo sido uma cachorra muito saudável e ativa, a idade chegou pra você como chega para todos nós.

No seu caso foi há aproximadamente 6 meses atrás, quando você tinha 15 anos e meio. De um dia para o outro você começou a tossir sem parar e eu preocupada, te levei no veterinário. Fizeram vários exames e foi constatado um problema no seu coração. Uma das suas válvulas não estava mais fechando para bombear o sangue no seu coração. Esse problema também fazia com que o coração ficasse meio inchado e empurrasse sua traquéia. Por isso você tossia tanto! :(

Infelizmente não havia nada que pudéssemos fazer além de te medicar. Você passou a tomar um remedinho para o coração e um para tosse. A partir daí foram muitas idas e vindas ao veterinário. Tudo resolveu acontecer de uma vez só.

Depois disso, você continuou a tossir. Seu pescoço começou a ficar inchado, com um bolsão. Teve que fazer cirurgia para remover líquido daquela região e sua glândula salivar, que estava te atrapalhando ainda mais. Mais uma vitória pra você, que aguentou firme.

Mas a tosse não passava. Era muito triste e frustrante te ver daquele jeito e não poder te curar.

Nesse meio tempo, aconteceu de você também ter incontinência urinária. Você tossia e fazia xixi para todos os lados da casa. Depois piorou, você não conseguia mais segurar nem mesmo dormindo. Tivemos que comprar fraldas, tapete higiênico…

Nesse momento me dei conta de que estava cuidando de um bebê novamente, como no dia em que você chegou em casa.

Um dia você acordou meio mal, com dificuldades para fazer suas necessidades. Levamos no veterinário e nada estava errado com você. Trocamos de ração, você não queria comer, não queria beber. Só ficava fazendo força para sair alguma coisa mas nada acontecia. Ficamos de observação, nada de você melhorar.

Na segunda-feira, dia 12 de setembro, mais uma visita ao veterinário e veio a notícia: você tinha hérnia. Se você não operasse naquele dia, você correria risco pois não estava mais se alimentando ou fazendo suas necessidades com normalidade. Era uma cirurgia arriscada pela região da hérnia (no bumbum) e pela idade que você estava: 16 anos.

Te deixei de manhã, com o coração na mão. Te abracei e beijei. Eu não queria aceitar a derrota, mas no fundo eu sabia que precisava olhar nos seus olhos bem fundo, precisava tirar fotos e fazer um vídeo, pois eu sentia que seria a última vez que iria te ver.

Fui para casa aos prantos, fiquei o dia inteiro me sentindo mal. Um terrível mal estar. Chorei. Tentava lutar contra esses pensamentos dizendo a eu mesma que tinha que ser positiva, que tudo iria dar certo e que você voltaria pra casa no fim do dia. Mas as horas iam passando e eu só me desesperava mais e mais.

Não tenho religião, porém tenho fé e decidi procurar no Google orações para os animais de São Francisco de Assis e encontrei uma onde dizia em um dos trechos:

“Senhor em ti confio e entrego a Biba nas tuas mãos curadoras e divinas. Neste momento Senhor, elevo meu pensamento para pedir também para os médicos de cura de espiritualidade maior trabalharem e ajudarem na nossa batalha, eliminando as enfermidades e o sofrimento dela (…)”

Eram 15:30 e o telefone tocou. Nem quis atender, estava apavorada com a possível má notícia. Minha mãe atendeu e disse que o veterinário não iria fazer a cirurgia naquele dia, pois ele havia sentido um mal estar de repente e não teria condições, amanhã cedo ele faria. Então pediu que eu levasse seus remédios e sua comida (frango desfiado, pois nem a ração de lata você queria mais comer) para que você passasse a noite por lá.

Meus pais já teriam que fazer coisas na rua, ir no banco etc. Coisas essas que eram nas proximidades do veterinário e disseram que poderiam levar essas coisas pra você. Nesse momento eu senti que precisava ir junto, mesmo não tendo necessidade. Eu insisti, eu PRECISAVA ir. Algo me dizia que eu tinha que estar lá.

Chegando no veterinário, lá estava eu com seu saquinho de frango delicadamente desfiado (sem tempero e com um fio de azeite, como recomendado), seu tapetinho higiênico (para você ficar mais confortável e fazer xixi tranquilamente) e seus remedinhos, me sentei no banco de espera.

Alguns minutos depois o veterinário aparece com a cabeça na porta, não muito sorridente e pede para que eu entre. Eu disse “vim trazer as coisas da Biba” e a partir daí eu nunca mais vou me esquecer o que saiu da boca dele: 

“Tenho uma péssima notícia para te dar… Infelizmente perdemos a Biba”.

Eu fiquei paralisada. Aquela frase pra mim teve o mesmo efeito de ter sido encostada em um muro e fuzilada. Não tive reação. Só consegui soltar uma palavra de espanto e dizer “COMO ASSIM?!”, já com os olhos cheios de lágrimas.

Ele prosseguiu: “Quando estávamos tirando ela da jaulinha (local onde ficam os cães para pré-cirurgia) para colocar na área grande para que ela pudesse andar, comer e fazer suas necessidades, ela teve uma convulsão. Corremos desesperados com ela para reanimá-la, com oxigênio, massagem, mas não adiantou. Ela não resistiu. Faz 30 minutos atrás que isso aconteceu, por isso não te liguei, você já estava a caminho”.

Continuei em estado de choque.

Por mais que eu estivesse esperando uma notícia ruim, pois você estava muito velhinha e com problemas sérios, a gente nunca espera que isso de fato vai acontecer. Sempre achei que você iria escapar mais um dia, que as coisas iriam melhorar e assim você iria pra casa. Mais um dia passaria e outro e outro e outro e outro… até que você vivesse infinitamente. Na minha cabeça era isso, você passaria perrengues, ficaria doente, mas nunca iria me deixar.

No mesmo lugar vi você em vida e no mesmo lugar vi você descansando. Um sono profundo e eterno. Não consegui controlar meu choro desesperado, barulhento e sofrido. Queria que você acordasse e eu pudesse levar você pra casa! Mas você não acordou.

Posso dizer que você foi minha maior alegria e também minha maior dor. Nunca chorei um choro tão sofrido e doído com a perda de alguém ou em qualquer outra situação da minha vida. Foi como se você tivesse me levado ao céu e depois eu tivesse caído de lá com a cara no chão. 

Eu sei que não foi sua culpa, é parte da vida. Nascer, crescer e morrer. E eu só tenho que agradecer por você ter existido na minha vida, minha Bibola.

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Seu último dia comigo :(

Mesmo em uma situação tão triste, pensei o quanto tivemos sorte. Pois mesmo você tendo partido, você foi salva. O universo conspirou ao seu favor para que você fosse embora sem sofrimento. O veterinário ficando mal no dia da sua cirurgia, eu indo te visitar pois estava sentindo que precisava me despedir. Aliás, a sorte maior foi que eu estava no Brasil.

Você foi tão maravilhosa que escolheu o momento certo para se despedir. Em menos de 20 dias eu iria viajar novamente e não estaria aqui para te ver pela última vez. Você deu os sinais, o universo me repassou. Eu entendi. Eu confiei. Eu agradeci.

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Eu te amarei pra sempre <3

Nesse mesmo dia compramos uma planta, da minha flor preferida. Queria que seu ciclo se encerrasse da forma mais bela possível, como você sempre mereceu. Ao seu lado agora está uma muda de Ipê, que em breve vai crescer e desabrochar lindas flores cor de rosa. A cor do amor que sinto por você. Ao seu lado vai ter uma nova vida, simbolizando tudo o que você significou pra mim.
Vá em paz meu amor. Que você seja feliz onde quer que esteja. 
Você vai estar para sempre em meu coração e minha memória.



15 agosto 2016 - Por Carol Andreo

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Segunda-feira.

O dia oficial da dieta. O dia de colocar o despertador pra acordar cedo. O dia de começar a semana reclamando do que nem aconteceu ainda.

Quem se identifica?

Eu sei como é, já fui assim. Eu era daquelas pessoas que já ficava deprimida no domingo mesmo. Bastava dar umas 6 da tarde e pronto, ficava murcha. Já era, acabou. Mas acabou o quê? Acabou a diversão, acabou a alegria, acabou o riso, o prazer. Afinal segunda-feira era dia de levantar cedo para trabalhar, aguentar chefe chato, pegar trânsito, se estressar com gente folgada no transporte público, voltar pra casa com medo de ser assaltada e recomeçar tudo de novo no dia seguinte e no próximo e no próximo, nesse looping infinito de tristeza.

Acontece que não precisa ser assim, não precisamos sofrer. Nós temos o poder de mudar nossos pensamentos e nossos caminhos. Basta a gente querer. Claro que não é tão simples assim, quanto um passo de mágica. Mas quando verdadeiramente queremos algo e nos esforçamos para tal, movemos qualquer obstáculo a nossa frente. Não importa o quão grande ou quão pesado e dificultoso possa parecer.

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“Pensamentos possuem energia. Tenha certeza de manter os seus sempre positivos e poderosos”

 

GRATIDÃO É A PALAVRA-CHAVE

Todo mundo sabe que para se conquistar um objetivo devemos ter força, foco e fé. E é realmente verdade! Mas eu ainda acrescentaria mais uma palavra-chave para essa conquista: gratidão.

Quando somos gratos pelo o que temos e paramos de reclamar pelo que não temos, as coisas começam a mudar sem nem ao menos percebermos. Às vezes estamos tão tristes com algo que aconteceu, que não conseguimos enxergar nada de positivo naquilo, mas pode acreditar que existe sim. Perder o emprego, terminar o relacionamento… Tudo tem um motivo e mais ou cedo ou mais tarde você vai descobrir.

No meu caso: se não fosse o emprego perdido, eu não teria me mudado para a California. Se não fosse o meu término de relacionamento, eu não teria conhecido o amor da minha vida e me mudado para o lugar que sempre sonhei (ok, ainda estou na fase de mudança, mas vai acontecer!). Sabe aquele ditado “há males que vêm para o bem”? Ele é muito verdadeiro, acredite e confie.

A gratidão não abrange apenas as coisas aparentemente “ruins” que acontecem na nossa vida, mas também coisas simples, do dia a dia, como: ter água potável para beber, ter uma cama confortável para dormir, ter um teto para morar, ter saúde para aproveitar a tudo e todos, dentre tantas outras coisas que muitas vezes passam despercebidas aos nossos olhos quando estamos naquele dia de fúria.

CH-CH-CHANGES

E tão importante quanto a gratidão é NÃO TER MEDO DE MUDAR. Se algo existe algo na sua vida que está te incomodando, te deixando pra baixo, MUDE. Não importa o quão banal ou quão impossível possa parecer, MUDE.

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“Não tenha medo da mudança. Ela vai te levar para um novo começo.”

Eu sei que certas mudanças ou sonhos levam tempo, mas é justamente por isso que temos que começar AGORA. O planejamento para o futuro começa no presente.

Não adianta a gente ficar reclamando de coisas que estão acontecendo agora e esperar que elas se resolvam sozinhas. Temos que arregaçar as mangas e dar o primeiro passo para que elas aconteçam. Seja uma viagem dos sonhos, seja comprar um carro novo, seja mudar de país, passar o ano novo na praia, mudar de emprego, abrir um negócio, trocar de curso na faculdade, emagrecer 10 kg, ter uma vida mais saudável, parar de fumar… entre tantas outras coisas. Das pequenas e simples às grandes e complexas.

A mudança é como um casal no comecinho de namoro. Ela traz aquele frio na barriga, inseguranças, medos… Não é fácil sair da nossa zona quentinha e confortável de conforto para enfrentar um mundo totalmente novo. Mas acredite: vale MUITO a pena. Você vai se sentir uma pessoa realizada, feliz, disposta e pronta para qualquer desafio.

E então, vamos começar a segunda pensando diferente? ;)

 

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